#Don’tNormalizeHate: campanha apoia muçulmanos nos EUA

A eleição de Donald Trump criou uma atmosfera de medo para grupos vulneráveis e minorias nos Estados Unidos, em especial para os muçulmanos. Em sua campanha, o republicano propôs banir a entrada de muçulmanos nos EUA e, após ser eleito, não fez esforço para se distanciar da ideia de criar um registro nacional de todos os seguidores do islã no país. Essa proposta foi apresentada … Continuar lendo #Don’tNormalizeHate: campanha apoia muçulmanos nos EUA

O que fazer depois de Paris?

Desde a segunda-feira 16, o presidente da França, François Hollande, vem tentando construir uma resposta aos atentados de 13 de novembro em Paris, classificados por ele como um “ato de guerra” do Estado Islâmico. Seu discurso equivale a uma cópia mal-feita do neoconservadorismo norte-americano liderado por George W. Bush e consiste, basicamente, em tratar o problema do terrorismo como uma questão securitária e militar, um conflito armado. A “guerra … Continuar lendo O que fazer depois de Paris?

Charlie Hebdo: a culpa da Arábia Saudita

Poucas ações são mais repugnantes do que homens armados invadirem a redação de um jornal e assassinarem pessoas cujo ofício era exercer o inalienável direito à liberdade de expressão. A covardia ocorrida na quarta-feira 7 em Paris, na sede do satírico Charlie Hebdo, terá uma repercussão profunda, mas é improvável que o debate público e as ações governamentais resultantes do massacre atinjam o cerne da questão: a origem da ideologia doentia que dá suporte aos terroristas da capital francesa.

Os assassinos de Paris tinham uma clara missão. Desejavam executar os responsáveis pelo veículo que tinha, entre outros alvos também legítimos, o islã. Certamente, levaram em conta a importância simbólica de um órgão de imprensa para uma sociedade democrática. Ao atacá-lo, desejavam aterrorizar as sociedades vistas por eles como decadentes, por não compartilharem sua sórdida visão de mundo. Buscavam, também, criar um clima de tensão capaz de ampliar a capacidade de recrutamento do jihadismo. O caos e a morte são partes indissociáveis do ambiente no qual se sentem confortáveis.

Continuar lendo “Charlie Hebdo: a culpa da Arábia Saudita”

Quantos muçulmanos existem no mundo?

O Fórum Pew para Religião e Vida Pública divulgou na terça-feira 18 uma imensa pesquisa na qual detalha o número de afiliados às principais religiões do mundo. Segundo os dados, baseados em 2,5 mil estudos feitos em 230 países e territórios, os muçulmanos formam o segundo maior grupo religioso, com 1,6 bilhão de pessoas, ou 23,2% do total. Dos muçulmanos, entre 87% e 90% são … Continuar lendo Quantos muçulmanos existem no mundo?

Quantos muçulmanos vivem no Reino Unido?

O censo do Reino Unido, divulgado nesta terça-feira 11, atualizou o número de muçulmanos que vivem no país. De acordo com os dados de 2001, havia naquele ano 1,55 milhão de muçulmanos em solo britânico, que representavam 3% da população. Os dados de 2011 mostram que agora há 2,7 milhões de muçulmanos no Reino Unido, que representam 5% da população. Isso significa que os muçulmanos … Continuar lendo Quantos muçulmanos vivem no Reino Unido?